5 surrealist movies for your enjoyment // 5 filmes surrealistas para seu deleite

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I tried to talk to the GPT chat and ask him his opinion on surrealist cinema. I asked him to list 5 classics of surrealism and twice he insisted on naming 3 films by Luis Buñuel in this short list. This clearly shows his rigidity and lack of experience in dealing with contemporary cinema. Because, although Mr. Buñuel is a fine director, life goes on and a lot of modern stuff represents surrealism very well. I get very bored with this rigidity of calling what was made in the 60s and 70s surrealist and not understanding that the genre has continued to reinvent itself every decade! So I ignored his suggestions (in part) and brought you a short list of 5 surrealist films that will put you out of your mind:

1 - The Holy Mountain (La montaña sagrada) - 1973 - Directed by Alejandro Jodorowsky

A terrifying and lysergic succession of spiritualist and occultist references battering the viewer's mind relentlessly. Jodorowsky is simply one of cinema's greatest geniuses, his creative and lyrical spontaneity makes immersion almost delicious (albeit uncomfortable). In a way, The Holy Mountain tells the story of Jesus Christ's journey into the cosmos, passing through countless complex episodes. It's not worth saying more than that. Not to be missed.

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2 - Conspirators of Pleasure (Spiklenci slasti) - 1996 - Directed by Jan Švankmajer

Švankmajer is surrealism squared, perhaps the most purely surreal of all the directors on this list. His films are a delight. It's very difficult to decide which of his films to talk about, but I decided to talk about Conspirators of Pleasure because it's one of the most dynamic, combining the best of its power (stop motion) with human performances, making a perfect and completely bizarre marriage regarding human behavior in the search for pleasure in the most diverse ways. A masterpiece, like Faust, like Alice or anything else this man touches.

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3 - Picnic at Hanging Rock (Spiklenci slasti) - 1975 - Directed by Peter Weir

Here we have a very well put together work that manages to make the complete lyrical journey from the "mundane and ordinary" universe to the transition to the surreal and bizarre. Peter Weir tells the story of a group of girls from an orphanage who go for a picnic on a mountain that seems to hide strange secrets and things get out of hand. The way the story is told and things are not explained turns this almost obscure case into a kind of hypnagogic experience resembling a dream. A classic of 1970s surrealism.


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4 - The Neon Demon (Spiklenci slasti) - 2016 - Directed by Nicolas Winding Refn

I wanted to put something smaller in here to represent the abstract surrealist state that colors post-modern cinema and I thought Neon Demo represents this well, mainly because of its vibrant palette and its crazy plot. A lot of people find Nicolas Winding Refn's films unpalatable, either because of his exaggerated paints or because of the poor construction in certain films, but the fact is that Refn is a very creative director, extremely explorative of possibilities and a transgressor of certain rules.


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5 - Beau Is Afraid (Spiklenci slasti) - 2023 - Directed by Ari Aster

Ari Aster has already conquered cinema with Hereditary and Midsommar, there's no need to argue how much this man has contributed to the modern horror genre, but in Beau is Afraid we have his creative spontaneity elevated to the nth power. This movie is a twisted, chaotic parade of the human psyche and all its disturbances whipped up in a cinematic blender. Again, a film that can be considered "too much" and for this reason ends up receiving negative reviews or a lower rating than his greatest works, but this is for a number of reasons, and perhaps mainly because Aster has created a horror fanbase that expected more from it, by reinventing himself and getting out of his comfort zone (which wasn't comfortable) Ari Aster has only become even better.


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That's it for today. I hope you enjoyed this list. Cinema has infinite capacities to give us pleasure, joy, pain, fear, affliction, love and peace. I hope to keep putting a bit of all of that here.

Português

Tentei conversar com o chat GPT e perguntar a opinião dele à respeito de cinema surrealista. Pedi para que ele enumerasse 5 clássicos do surrealismo e por duas vezes ele insistiu em indicar 3 filmes de Luis Buñuel nessa pequena lista. O que nitidamente mostra sua rigidez e falta de traquejo em lidar com o cinema contemporâneo. Por que, apesar do senhor Buñuel ser um belo dum diretor, a vida segue e muita coisa moderna representa muito bem o surrealismo. Eu fico bastante entediado com essa rigorosidade de chamar aquilo que foi realizado na década de 60 e 70 como surrealista e não compreender que o gênero seguiu se reinventando a cada década! Então ignorei as sugestões dele (em parte) e trouxe pra vocês uma breve lista de 5 filmes surrealistas que te colocarão fora do senso comúm:

1 - The Holy Mountain (La montaña sagrada) - 1973 - Dirigido por Alejandro Jodorowsky

Uma sucessão aterradora e lisérgica de referências espiritualistas e ocultistas espancando a mente do espectador sem descanso. Jodorowsky é simplesmente um dos maiores gênios do cinema, sua espontaneidade criativa e lírica torna a imersão quase que deliciosa (ainda que desconfortável). De certa forma A Montanha Sagrada conta a jornada de um Jesus Cristo rumo ao cosmos, passando por inúmeros episódios complexos. Não vale a pena falar mais que isso. Imperdível.

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2 - Conspirators of Pleasure (Spiklenci slasti) - 1996 - Dirigido por Jan Švankmajer

Švankmajer é surrealista ao quadrado, é talvez o mais puramente surrealista de todos os diretores dessa lista. Seus filmes são um deleite. É muito difícil decidir sobre qual filme dele falar, mas decidi falar sobre os Conspiradores do Prazer por que é um dos dinâmicos, unindo o melhor do seu máximo poder (o stop motion) com as atuações humanas, fazendo um casamento perfeito e completamente bizonho à respeito do comportamento humano pela busca ao prazer das formas mais diversas. Obra prima, tal como Fausto, tal como Alice ou qualquer outra coisa que esse homem toque.

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3 - Picnic at Hanging Rock (Spiklenci slasti) - 1975 - Dirigido por Peter Weir

Aqui temos um trabalho muito bem montado que consegue fazer a jornada lírica completa do "mundano e comum" universo até a transição ao surreal e bizarro. Peter Weir conta de forma a lá Dreamcore a história de um grupo de meninas de um orfanato que vão fazer um picnic numa montanha que parece esconder estranhos segredos e as coisas lá saem do controle. O modo como a história é contada e as coisas não são explicadas torna esse caso quase obscuro numa espécie de experiência hipnagógica assemelhando-se a um sonho. Clássico do surrealismo setentista.


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4 - The Neon Demon (Spiklenci slasti) - 2016 - Dirigido por Nicolas Winding Refn

Eu quis colocar alguma coisa aqui menor para representar o estado abstrato surrealista que colore o cinema pós moderno e achei que Neon Demo representa bem isso, principalmente pela sua paleta vibrante e seu plot cabuloso. Muita gente considera os filmes de Nicolas Winding Refn meio intragáveis, seja pela seus exageros nas tintas, seja pela má construção em determinados filmes, mas fato é que Refn é um diretor muito criativo, extremamente explorador das possibilidades e transgressor de algumas regras.


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5 - Beau Is Afraid (Spiklenci slasti) - 2023 - Dirigido por Ari Aster

Ari Aster já ganhou o cinema com Hereditário e Midsommar, não é necessário argumentar o quanto esse homem contribuiu com o gênero do horror moderno, mas em Beau is Afraid temos sua espontaneidade criativa elevada a enésima potência. Esse filme é um desfile tortuoso e caótico da psique humana e todas as suas perturbações batidas em um liquidificador cinematográfico. Novamente, um filme que pode ser considerado "demais" e por isso acaba recebendo criticas negativas ou uma nota menor que suas obras máximas, mas isso se dá por inúmeros motivos, e talvez principalmente por que Aster criou uma fanbase de horror e que esperava mais disso, ao se reinventar e sair da zona de conforto (que não era confortável) Ari Aster só se tornou melhor ainda.


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É isso por hoje. Espero que tenham gostado dessa lista. O cinema tem infinitas capacidades de nos dar prazer, alegria, dor, medo, aflição, amor e paz. Espero seguir colocando um pouco de tudo isso aqui.

Thômas Blum



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