A generation of (almost) melted brains?
When I think about the future of cinema, I confess that I get very worried when I realize that, considering what this new generation considers worthy of being potential "quality entertainment" (in terms of products that come directly from the Seventh Art), they are, in fact, productions that are increasingly lacking in depth, magnitude, or even the time necessary to tell a story in a more appropriate and relevant way.

Beyond that, I can mention here the very lack of interest of a large part of this more current generation, which is increasingly less concerned with absorbing quality content (and here I can even expand the type of discussions to other scopes, under the same foundation of frivolity and futility that seems to guide the "essence" of a fraction of Generation Z), thus fostering a growing lack of cognitive ability and even knowledge.
We are dealing with a future society that has all the elements to be increasingly impatient, impulsive, and that values the "chewing" of information in an increasingly fast and accessible way (which is definitely not the problem, but rather how the information is delivered to this audience). My focus in this text is on movies, because it is noticeable that longer or "complex" movies (for example) are always viewed negatively.
It doesn't seem to me that there's any longer an interest in capturing and appreciating the information on the screen, especially when movies are built on elements of everyday life. There's always a need to see some element that makes the narrative "explode" with some physically violent or bloody aspect, and preferably, that the projection of the movies is increasingly smaller (as if TikTok were the "big screen" where these products are being displayed).

I'm sure that cinema won't disappear, but I'm sure it will be "reshaped" in a way that will certainly leave me frustrated and most likely, turning into something that will be considered a "niche". However, if the more human characteristics are maintained in relation to this, I will be more than satisfied to see it happening (for real). While that doesn't happen... Cinema still resists in a multisensory form.
Cuando pienso en el futuro del cine, confieso que me preocupa mucho darme cuenta de que, considerando lo que esta nueva generación considera digno de ser potencialmente "entretenimiento de calidad" (en términos de productos que provienen directamente del Séptimo Arte), son, de hecho, producciones cada vez más carentes de profundidad, magnitud o incluso del tiempo necesario para contar una historia de una manera más apropiada y relevante.
Más allá de eso, puedo mencionar aquí la falta de interés de gran parte de esta generación más actual, cada vez menos preocupada por absorber contenido de calidad (y aquí incluso puedo ampliar el tipo de debates a otros ámbitos, bajo la misma base de frivolidad y futilidad que parece guiar la "esencia" de una fracción de la Generación Z), lo que fomenta una creciente falta de capacidad cognitiva e incluso de conocimiento.
Nos enfrentamos a una sociedad futura con todos los elementos para ser cada vez más impaciente, impulsiva y que valora la "masticada" de información de forma cada vez más rápida y accesible (lo cual definitivamente no es el problema, sino más bien cómo se entrega la información a este público). En este texto me centro en el cine, porque es evidente que las películas más largas o "complejas" (por ejemplo) siempre se ven negativamente.
Ya no me parece que haya interés en capturar y apreciar la información en pantalla, sobre todo cuando las películas se basan en elementos de la vida cotidiana. Siempre se necesita ver algún elemento que haga que la narrativa "explote" con algún aspecto físicamente violento o sangriento, y preferiblemente, que la proyección de las películas sea cada vez más pequeña (como si TikTok fuera la "pantalla gigante" donde se exhiben estos productos).
Estoy seguro de que el cine no desaparecerá, pero sí de que se "remodelará" de una manera que sin duda me frustrará y, muy probablemente, se convertirá en algo considerado de “nicho”. Sin embargo, si se mantienen las características más humanas en relación con esto, me sentiré más que satisfecho de verlo suceder. Mientras eso no suceda... El cine aún resiste en su forma multisensorial.
Quando eu penso no futuro do cinema, eu confesso que eu fico muito preocupado ao perceber que, considerando o que essa nova geração considera como algo digno de ser um potencial “entretenimento de qualidade” (em termos de produtos que vem direto da Sétima Arte) são, na verdade, produções cada vez mais sem profundidade, sem magnitude ou até mesmo sem o tempo necessário para se contar uma história de uma maneira mais apropriada e mais relevante.
Muito além disso, eu posso mencionar aqui a própria falta de interesse de uma grande parte dessa geração mais atual, que está cada vez menos preocupada em absorver conteúdo de qualidade (e aqui eu posso até mesmo expandir o tipo de discussões para outros escopos, sob o mesmo fundamento de frivolidade e futilidade que parece guiar a “essência” de uma fração da Geração Z), fomentando assim uma crescente falta de habilidade de cognição e até de conhecimento.
Estamos lidando com uma futura sociedade que tem todos os elementos para ser cada vez mais impaciente, impulsiva e que preza pela “mastigação” da informação de uma maneira cada vez mais rápida e acessível (o que definitivamente não é o problema, mas sim, como as informações são entregues até esse público). O meu foco neste texto está voltado aos filmes, porque é notável que os filmes mais longos ou “complexos” (por exemplo) são sempre negativamente vistos.
Não me parece haver mais um interesse em captar e apreciar as informações que estão na tela, principalmente quando os filmes são construídos sobre elementos da vida cotidiana. Há sempre uma necessidade de ver algum elemento que faça a narrativa “explodir” com algum aspecto fisicamente violento ou sanguinolento, e de preferência, que a projeção dos filmes sejam cada vez menores (como se o TikTok fosse a “grande tela” onde esses produtos estão sendo exibidos).
Eu tenho certeza de que o cinema não irá desaparecer, mas tenho certeza que ele será “remodelado” de uma maneira que certamente irá me deixar frustrado e muito provavelmente, se transformando em algo que será considerado como um “nicho”. No entanto, se forem mantidas as características mais humanas em relação a isso, eu estarei mais do que satisfeito em ver isso acontecendo. Enquanto isso não acontece... O cinema ainda resiste numa forma multissensorial.
Posted Using INLEO
i am 51 now, so definitely NOT from the young gen, but I don't mind the movies now. I was always into the sci fi, action, big explosion type movies. (star wars, lotr, avatar, transformers,.)
for me, movies are a fun escape. so, bring on all the michael bay movies! :P
I believe the current state of cinema is just part of a natural cycle; film has always had to evolve alongside technological breakthroughs. A prime example is the Star Wars saga: George Lucas stated he had to wait for technology to improve before he could produce the three episodes following his original trilogy.
Today, we are witnessing the next stage of that evolution, adapted for a generation that consumes content at a much faster pace. However, as you pointed out, there will likely always be filmmakers creating niche cinema for the rest of us, keeping that spirit of nostalgia alive.