A safe haven called "nostalgia".

You don't need to know much about cinema, or even follow this universe closely, to understand that the Seventh Art (especially what is done within American cinema), in what is perhaps its peak of lack of originality when it comes to screenwriting, is making a very safe bet: "going back in time", thus evoking not only the presence of already well-established projects, but also awakening the nostalgia of an older audience; at the same time, having the chance to attract the attention of a younger audience.
When things always seem to be going wrong, there is always a new sequel, reboot or loose adaptation (remake) under the care of major studios (which spare no effort in investing a lot of money to revive a nostalgia that will certainly generate even more money... depending on how each project will obviously be written, filmed, and released worldwide). Especially very well-known movies. This has been seen tirelessly in recent years... And the trend is that this great "marketing ploy" focused on money still has countless chapters ahead.
However, I keep wondering how long the big studios (Hollywood as a whole, specifically) will continue to dive into this ocean of narratively superficial opportunities (since originality is something that becomes almost impossible to achieve... especially when we talk about movies that already have their own universe and don't allow access to creative freedom in screenwriting to be amplified), instead of really betting on ideas that are truly bolder. The nostalgic aspect is important, fun, relevant... But for how long?
Honestly, I don't know how to answer that question (which seems to be much more complex when reconsidered). In fact, to be even more honest... I think nobody has the slightest idea how to do it. The only thing I'm sure of in this situation is that the big studios want to "extort" the best ideas from the original movies and ride a wave of nostalgia (because it's obvious how profitable that is); however, they hardly make an effort to deliver a product that truly justifies the weight of revisiting a past (which, by the way, has already been so well developed).
No hace falta ser un experto en cine, ni siquiera seguir de cerca este universo, para comprender que el Séptimo Arte (especialmente el cine estadounidense), en lo que quizás sea su momento de mayor falta de originalidad en cuanto a guion, apuesta por una fórmula segura: "volver al pasado", evocando así no solo la presencia de proyectos ya consagrados, sino también despertando la nostalgia de un público mayor; al mismo tiempo, buscando atraer la atención de un público más joven.
Cuando todo parece ir mal, siempre aparece una nueva secuela, un reboot o una adaptación libre (remake) a cargo de los grandes estudios (que no escatiman esfuerzos para invertir grandes sumas de dinero en revivir una nostalgia que, sin duda, generará aún más dinero... dependiendo, claro está, de cómo se escriba, filme y estrene cada proyecto a nivel mundial). Sobre todo con películas muy conocidas. Esto se ha visto incansablemente en los últimos años... Y la tendencia es que esta gran "estrategia de marketing" centrada en el dinero aún tiene muchos capítulos por delante.
Sin embargo, me pregunto cuánto tiempo más los grandes estudios (Hollywood en general, específicamente) seguirán sumergiéndose en este océano de oportunidades narrativas superficiales (ya que la originalidad se vuelve casi imposible de alcanzar... especialmente cuando hablamos de películas que ya tienen su propio universo y no permiten que se amplifique la libertad creativa en el guion), en lugar de apostar por ideas verdaderamente audaces. El aspecto nostálgico es importante, divertido, relevante... ¿Pero por cuánto tiempo?
Sinceramente, no sé cómo responder a esa pregunta (que parece mucho más compleja al reconsiderarla). De hecho, para ser aún más honesto... creo que nadie tiene la menor idea de cómo hacerlo. De lo único que estoy seguro en esta situación es que los grandes estudios quieren "extorsionar" las mejores ideas de las películas originales y subirse a la ola de nostalgia (porque es obvio lo rentable que es); sin embargo, apenas se esfuerzan por ofrecer un producto que realmente justifique el peso de revisitar un pasado (que, por cierto, ya se resolvió tan bien).
Não é preciso entender muito sobre cinema, ou sequer acompanhar esse universo mais de perto para entender que a Sétima Arte (em especial, o que é feito dentro do cinema norte-americano), naquele que talvez seja o seu auge de falta de originalidade quando falamos sobre à escrita de roteiros cinematográficos, esteja fazendo uma aposta muito segura: “voltar no tempo”, evocando então não apenas a presença de projetos já muito bem estabelecidos, como despertando a nostalgia de um público mais antigo; ao mesmo tempo, tendo a chance de atrair a atenção de um público mais jovem.
Quando as coisas parecem estar dando sempre errado, há sempre uma nova sequência, reboot ou adaptação livre (remake) sob os cuidados de grandes estúdios (que não poupam esforços em investir muito dinheiro para reviver uma nostalgia que certamente vai gerar ainda mais dinheiro... dependendo de como cada projeto será evidentemente escrito, filmado e lançado mundialmente). Em especial, filmes muito conhecidos. Isso já visto incansavelmente em anos mais recentes... E a tendência é que essa grande “jogada de marketing” focada em dinheiro ainda tenha inúmeros capítulos pela frente.
No entanto, eu fico me perguntando até quando os grandes estúdios (Hollywood como um todo, especificamente) vão mergulhar nesse oceano de oportunidades narrativamente superficiais (uma vez que originalidade é uma coisa que se torna quase impossível de alcançar... principalmente quando falamos sobre os filmes que já tem o seu próprio universo e não permitem que o acesso a liberdade criativa dos roteiros seja são amplificada), ao invés de realmente apostar em ideias que sejam realmente mais ousadas. O aspecto nostálgico é importante, divertido, relevante... Mas até quando?
Sinceramente, eu não sei como responder essa pergunta (que parece ser bem mais complexa quando repensada). Na verdade, para ser ainda mais sincero... Acho que ninguém tem a menor ideia de como fazer isso. A única coisa da qual eu tenho certeza nessa situação, é que os grandes estúdios querem “extorquir” as melhores ideias dos filmes originais e surfar numa onda de saudosismo (porque é evidente o quanto isso é rentável); no entanto, dificilmente se esforçam para entregar um produto que realmente justifique o peso revisitar um passado (que por sinal, já foi tão bem resolvido).
Posted Using INLEO