An empire fueled by popcorn (and personalized buckets).

For some time now, I've noticed how much the big studios have been betting on creating personalized popcorn buckets. This is a more than obvious strategy to try to attract the attention of millions of viewers who go to see movies in theaters. Ultimately, there's nothing wrong with exploring this opportunity... The problem lies precisely in how these opportunities are exploited (and no, the big studios aren't doing it right). Capitalism screams money (and that's part of the game), but where is the essence of the real value for what is being paid?
In general, the prices of these personalized popcorn buckets (especially the most recent ones) are following a trend of increasingly bizarre prices. Not only because of their prices themselves, which are indeed very expensive; but also, because of their production designs (which are frequently associated with their respective movies with ideas that are poorly constructed within a poor conception). This has been a complete mess. There are complaints from all sides, but marketing campaigns continue to become more and more frequent.

Ironically, none of this has stopped the big studios from betting on this idea. In fact, not only them, but especially the local producers and distributors in each country. Basically, they are building a "gold mine" fueled by a product that is democratically accessible to everyone: popcorn, in its purest and simplest form (because there really is nothing different in its production process). How crazy is it to think that this is a reality? It's just popcorn being poured into buckets... Bizarrely contextualized according to some specific movie.
This is a sad reflection of how cinema has been treated (and consumed) by a large part of the public that "fosters" this type of marketing strategy. If there is production, it is because there is demand. In other words: if there are those who manufacture, it is because there are those who buy (and that is the saddest part). There is absolutely nothing (not even all the pretexts involving immersive experiences, or even pure nostalgia) that justifies the rise of an opportunistic empire based on such a common (and to some extent, personality-less) product.
Desde hace un tiempo, he notado cuánto apuestan los grandes estudios por crear cubos de palomitas personalizados. Esta es una estrategia más que obvia para intentar atraer la atención de millones de espectadores que van al cine. En definitiva, no hay nada de malo en explorar esta oportunidad... El problema radica precisamente en cómo se explotan estas oportunidades (y no, los grandes estudios no lo están haciendo bien). El capitalismo grita dinero (y eso es parte del juego), pero ¿dónde está la esencia del verdadero valor por lo que se paga?
En general, los precios de estos cubos de palomitas personalizados (especialmente los más recientes) siguen una tendencia de precios cada vez más extraños. No solo por sus precios en sí, que son realmente muy caros, sino también, por sus diseños de producción (que a menudo se asocian con películas cuyas ideas están mal construidas dentro de una concepción deficiente). Esto ha sido un completo desastre. Hay quejas por todas partes, pero las campañas de marketing son cada vez más frecuentes.
Irónicamente, nada de esto ha impedido que los grandes estudios apuesten por esta idea. De hecho, no solo ellos, sino sobre todo los productores y distribuidores locales de cada país. Básicamente, están creando una mina de oro alimentada por un producto accesible para todos: palomitas de maíz en su forma más pura y sencilla (porque su proceso de producción es prácticamente idéntico). ¿No es una locura pensar que esto sea una realidad? Simplemente se trata de palomitas de maíz servidas en cubos... Curiosamente contextualizadas según alguna película específica.
Esto refleja tristemente cómo se ha tratado (y consumido) el cine por gran parte del público que “fomenta” este tipo de estrategia de marketing. Si hay producción, es porque hay demanda. En otras palabras: si hay quienes fabrican, es porque hay quienes compran (y esa es la parte más triste). No hay absolutamente nada (ni siquiera todos los pretextos relacionados con experiencias inmersivas, ni siquiera la pura nostalgia) que justifique el auge de un imperio oportunista basado en un producto tan común (y hasta cierto punto, carente de personalidad).
Já faz um tempo, que eu venho notando o quanto os grandes estúdios vêm apostando na criação de baldes de pipocas personalizados. Esse é um tipo de estratégia mais do que óbvia para tentar atrair a atenção de milhões de espectadores que vão assistir filmes nos cinemas. Em definitivo, não há nada de errado ao explorar essa oportunidade... O problema está, precisamente, em como essas oportunidades são exploradas (e não, os grandes estúdios não estão agindo certo). O capitalismo grita dinheiro (e isso faz parte do jogo), mas onde está a essência do real valor pelo que está sendo pago?
De um modo geral, os valores desses baldes de pipocas personalizados (em especial, os mais recentes) estão seguindo uma tendência de preços cada vez mais bizarros. Não apenas pelos seus preços em sim, que de fato são muito caros; mas também, pelos seus designs de produção (que vem sendo frequentemente associados aos seus respectivos filmes com ideias que são precariamente construídas dentro de uma concepção pobre). Isso tem sido uma bagunça completa. Existem as reclamações por todos os lados, mas as ações de marketing continuam a se tornar cada vez mais frequentes.
Ironicamente, nada disso tem feito com que os grandes estúdios deixem de apostar nessa ideia. Aliás, não apenas eles, mas principalmente as produtoras e distribuidoras locais em cada país. Basicamente, eles estão construindo uma “mina de ouro” movida a um produto que é de acesso democrático a todos: pipoca, na sua forma mais pura e simples (porque realmente não existe nada de diferente no seu processo de produção). O quão louco é pensar que isso é uma realidade? É só pipoca sendo despejada dentro de baldes... Bizarramente contextualizados de acordo com algum filme específico.
Esse é um triste reflexo de como o cinema vem sendo tratado (e consumido) por uma grande do público que “fomenta” esse tipo de estratégia de marketing. Se existe produção, é porque existe demanda. Em outras palavras: se existe quem fabrica, é porque existe quem compra (e essa é a parte mais triste). Não há absolutamente nada (nem mesmo todos e quaisquer pretextos envolvendo imersão de experiência, ou até mesmo a tradicional nostalgia pura) que justifique essa ascensão de um império oportunista tendo como base um produto tão comum (e até certo ponto, sem personalidade).
Posted Using INLEO
Es muy cierto, muchas veces las palomitas de maiz son más caras que las entradas, mucho mas caras, es un horror
As stupid as I know these buckets are I will admit that I am tempted to get them when I go to the cinema. I know I will never use them again and they will sit on a shelf for a while until the dust takes over and I eventually relent and throw them out.
IT was a great marketing ploy though and a great way to get people to spend $10 on something that is worth 25 cents.