Do we really need this?

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Metaflix

Whenever I come across some news that a remake, live action, reboot, or even a revival of some movie is being made (especially by American cinema), I ask myself the same question: Is this necessary? I mean, is it really necessary? I can even accept the idea that, from time to time, we need to update some story (for obvious reasons involving the general socio-political-cultural evolution) that has already been told at some other point in time, but when everything starts being done in the form of an “avalanche”, the idea loses all of its essence. At least from my point of view, it is necessary to think outside the box, and what is not lacking are talents all over the world.

Within this perception that the major studios have that audiences are waiting for this (when, in reality, the demand for these types of projects does not even exist in an acceptable percentage to justify the existence of many of these projects over the past few years, specifically), I have already lost count of how many “reinterpretations” or “narrative advances” have been made, merely as an excuse to “disguise” the search by the great entertainment executives (who have the Seventh Art as a tool) for increasingly more money, using an already well-known product as a foundation.

Although most of these projects are bad, every now and then a more consistent project emerges within a more justifiable perspective (but one that is still weak, considering the real need for that project in relation to its cinematic relevance for the future). On the other hand, the vast majority are simply a waste of time focused on easy profit, outrageously appealing to the nostalgia that takes hold of a portion of the audience that has some emotional connection with a particular project. The major studios already know this, and they make no effort to hide their willingness to exploit this possibility (which is increasingly real, and this on a global scale).

A range of these projects is made without the audience actually having even asked for them. In contrast, I am concerned by the fact that the general public does not exactly know what they want to watch (I have this impression at certain moments). Therefore, it is as if the major studios were facing a “gap” that needs to be filled with something (and this is precisely where these “reshaped” projects come in, with other nuances, which are often repetitions of already-known contexts without adding absolutely anything new). We deserve better, and the studios know that.


¿Realmente necesitamos esto?

Siempre que me encuentro con alguna noticia de que se está realizando algún remake, live action, reboot, o incluso un revival de alguna película (especialmente por parte del cine estadounidense), me hago la misma pregunta: ¿Esto es necesario? Quiero decir, ¿realmente es necesario? Incluso acepto la idea de que, esporádicamente, necesitamos actualizar alguna historia (por razones obvias que involucran la evolución sociopolítico-cultural general) que ya fue contada anteriormente en alguna otra época, pero cuando todo empieza a hacerse en forma de “avalancha”, la idea pierde toda su esencia. Al menos desde mi punto de vista, es necesario pensar fuera de la caja, y lo que no faltan son talentos alrededor del mundo.

Dentro de esa percepción que tienen los grandes estudios de que el público está esperando por esto (cuando en realidad, la demanda de este tipo de proyectos ni siquiera existe en un porcentaje aceptable para justificar la existencia de muchos de estos proyectos a lo largo de los últimos años, específicamente), ya perdí la cuenta de cuántas “reinterpretaciones” o “avances” narrativos ya se han hecho, únicamente como una excusa para “maquillar” la búsqueda de los grandes jefes del entretenimiento (que tienen al Séptimo Arte como herramienta) por cada vez más dinero, teniendo como base un producto ya bastante conocido.

Aunque la mayor parte de estos proyectos sean malos, de vez en cuando surge algún proyecto más consistente dentro de una perspectiva más justificable (pero que aun así es débil, considerando la verdadera necesidad de aquel proyecto con relación a su relevancia cinematográfica para el futuro). Por otro lado, la gran mayoría es simplemente una pérdida de tiempo que está enfocada en la obtención de ganancias fáciles, apelando de manera ultrajante a la nostalgia que se apodera de una parte del público que tiene algún vínculo emocional con un determinado proyecto. Los grandes estudios ya lo saben, y no tienen ningún reparo en explotar esa posibilidad (que es cada vez más real, y esto dentro de niveles globales).

Una gran cantidad de estos proyectos se realiza sin que el público realmente siquiera haya pedido por ello. En contrapartida, me preocupa el hecho de que el gran público no sepa exactamente qué quiere ver (tengo esa impresión en algunos momentos). Siendo así, es como si los grandes estudios estuvieran frente a una “brecha” que necesita ser llenada con algo (y es justamente ahí donde entran estos proyectos “remodelados” con otros matices, que muchas veces son repeticiones de contextos ya conocidos sin aportar absolutamente nada inédito). Nosotros merecemos algo mejor, y los estudios lo saben.


Nós realmente precisamos disso?

Sempre que eu me deparo com alguma notícia de que algum remake, live aciton, reboot, ou até mesmo um revival de algum filme está sendo feito (em especial, pelo cinema americano), eu me faço a mesma pergunta: Isso é necessário? Eu quero dizer, é realmente necessário? Eu até aceito a ideia de que esporadicamente nós precisamos atualizar alguma história (por motivos óbvios de que envolvem a evolução sócio-político-cultural geral) que já foi contada anteriormente em alguma outra época, mas quando tudo começa a ser feito em forma de “avalanche”, a ideia perde toda sua essência. Ao menos dentro do meu ponto de vista, é preciso pensar fora da caixa, e o que não faltam são talentos mundo à fora.

Dentro dessa percepção que os grandes estúdios tem de que o público está esperando por isso (quando na verdade, a demanda para esses tipos de projetos sequer existe numa porcentagem aceitável para justificar a existência de muitos desses projetos ao longo dos últimos anos, especificamente), eu já perdi as contas de quantas “releituras” ou” avanços” narrativos já foram feitos, apenas como uma desculpa para “maquiar” a busca dos grandes chefões do entretenimento (que tem a Sétima Arte como ferramenta) por cada vez mais dinheiro, tendo como base um produto já bem conhecido.

Embora a maior parte desses projetos sejam ruins, de vez em quando algum projeto mais consistente emerge dentro de uma perspectiva mais justificável (mas que ainda sim é fraca, considerando a real necessidade daquele projeto com relação à sua relevância cinematográfica para o futuro). Por outro lado, a grande maioria é apenas uma perda de tempo que está focada na arrecadação de lucro fácil, apelando de maneira ultrajante para a nostalgia que toma conta de uma parte do público que tem algum apelo emocional com algum determinado projeto. Os grandes estúdios já sabem disso, e não fazem a menor cerimônia ao explorar essa possibilidade (que é cada vez mais real, e isso dentro de níveis globais).

Uma gama desses projetos é feita sem o público realmente ter sequer pedido por isso. Em contra partida, me preocupa o fato do grande público não saber exatamente o quer assistir (eu tenho essa impressão em alguns momentos). Sendo assim, é como se os grandes estúdios estivessem diante de uma “lacuna” que precisa ser preenchida com alguma coisa (e é justamente aí que entram esses projetos “remodelados” com outras nuances, que muitas vezes são repetições de contexto já conhecido sem somar absolutamente nada de inédito). Nós merecemos melhor, e os estúdios sabem disso.

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