Movies vs. Books: The eternal quest for the perfect cinematic adaptation.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Starting from the certainty that perfection doesn't exist, even today, I confess that I really can't understand why the debate surrounding movies that are adaptations of books is still something so attractive to discuss within the context of the "flawless" audiovisual product. This is not a new discussion, but one that hasn't lost its strength over the years, because whenever a book is adapted for the cinema (with poor results), the debate is reignited.

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Without ignoring the frustration of readers (after all, seeing one of your favorite books adapted for the cinema in a way that doesn't please you is truly disappointing), it's necessary to understand that cinema and literature are two completely different types of art. The concept is basic, because while cinema is purely more visual, literature has its basic essence in writing. In theory, these arts complement each other... But perception is very personal.

Getting straight to the point, a movie that is adapted directly from a book (however faithful the project may be to what is written in the original pages of the material that serves as its creative and narrative inspiration) only needs to follow the basic precepts (and aspects) of what already exists. From that moment on, both screenwriters and directors have the creative freedom to refine their own conceptions within the development of preconceived ideas.

In other words, this means that, while respecting the original material, a movie adaptation doesn't need to bring every page of a book to life. Amidst the details (and references), each screenwriter and filmmaker brings their own perspective on what they want to tell. Considering also the abstract nature of the realm of ideas, the visual manifestos of these professionals will hardly agree with what was envisioned by the authors of the books.

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If these "basic differences" between the two artistic universes were better understood by the public (in general), discussions like these, would have been a thing of the past long ago. However, I think this would be quite controversial (as a form of request) for some minds with limited development, where what prevails continues to be an imposition of aspects that only serve to demonstrate how lost these people are.


Películas vs. Libros: La eterna búsqueda de la adaptación cinematográfica perfecta.

Partiendo de la certeza de que la perfección no existe, incluso hoy, confieso que no entiendo por qué el debate en torno a las películas adaptadas de libros sigue siendo tan atractivo en el contexto del producto audiovisual "impecable". No es una discusión nueva, pero sí una que no ha perdido fuerza con los años, ya que cada vez que un libro se adapta al cine (con malos resultados), el debate se reaviva.

Sin ignorar la frustración de los lectores (después de todo, ver uno de tus libros favoritos adaptado al cine de una forma que no te agrada es realmente decepcionante), es necesario comprender que el cine y la literatura son dos tipos de arte completamente diferentes. El concepto es básico, porque mientras que el cine es puramente visual, la literatura tiene su esencia en la escritura. En teoría, estas artes se complementan... Pero la percepción es muy personal.

En resumen, una película adaptada directamente de un libro (por muy fiel que sea el proyecto a lo escrito en las páginas originales del material que le sirve de inspiración creativa y narrativa) solo necesita seguir los preceptos (y aspectos) básicos de lo ya existente. A partir de ese momento, tanto guionistas como directores tienen la libertad creativa de refinar sus propias concepciones dentro del desarrollo de ideas preconcebidas.

En otras palabras, esto significa que, respetando el material original, una adaptación cinematográfica no necesita dar vida a cada página de un libro. Entre los detalles (y las referencias), cada guionista y cineasta aporta su propia perspectiva sobre lo que quiere contar. Considerando también la naturaleza abstracta del mundo de las ideas, los manifiestos visuales de estos profesionales difícilmente coincidirán con lo imaginado por los autores de los libros.

Si estas "diferencias básicas" entre los dos universos artísticos fueran mejor comprendidas por el público (en general), debates como estos, habrían sido cosa del pasado. Sin embargo, creo que esto sería bastante controvertido (como una forma de petición) para algunas mentes con un desarrollo limitado, donde lo que prevalece sigue siendo una imposición de aspectos que solo sirve para demostrar lo perdidos que están estas personas.


Filmes vs. Livros: A eterna busca pela adaptação cinematográfica perfeita.

Partindo da certeza de que a perfeição não existe, até hoje, eu confesso que realmente não consigo entender porque o debate protagonizado por filmes que são adaptações de livros ainda é algo tão atrativo para ser discutido dentro do contexto do produto audiovisual “irretocável”. Essa não é uma discussão nova, mas que não perdeu sua força através dos anos, porque sempre que algum livro é adaptado para os cinemas (com resultado ruim), o debate é aceso de novo.

Não ignorando a frustração dos leitores (afinal, ver o seu um dos seus livros favoritos ser adaptado para os cinemas de uma maneira que não te agrada é realmente algo decepcionante), é preciso entender que cinema e literatura são dois tipos de artes completamente diferentes. O conceito é básico, porque enquanto o cinema é puramente mais visual, a literatura tem sua essência basal na escrita. Em tese, essas artes se complementam... Mas a percepção é muito pessoal.

Indo direto ao ponto, um filme que é adaptado diretamente de um livro (por mais fiel que o projeto seja ao que segue escrito nas páginas originais do material que lhe serve de inspiração criativa, e também narrativa) precisa só seguir os preceitos (e aspectos) básicos do que já existe. Desse momento em diante, tanto os roteiristas quanto os diretores tem a liberdade criativa de lapidar as suas próprias concepções dentro do desenvolvimento sobre as ideias pré-concebidas.

Em outras palavras, isso significa dizer que, mantendo o respeito ao material original, uma adaptação cinematográfica não precisa dar vida a cada página de um livro. No meio dos detalhes (e das referências), cada roteirista e cineasta traz o seu próprio olhar sobre o que está querendo contar. Considerando também o fator abstrato do campo das ideias, os manifestos visuais destes profissionais dificilmente estarão de acordo com o que foi idealizado pelos autores dos livros.

Se essas “diferenças básicas” entre os dois universos artísticos fossem melhor compreendidas pelo público (de maneira geral), discussões iguais a estas, há muito tempo já seriam coisa do passado. No entanto, eu acho que isso seria bastante controverso (como forma de pedido) para algumas mentes de desenvolvimento limitado, onde o que prevalece segue sendo uma imposição de aspectos que só funcionam para demonstrar o quanto essas pessoas estão bastante perdidas.

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