On the waves of music (when the sound “speaks”).

Cinematographically speaking, one of the aspects that fascinates me most in movies (regardless of whether we're talking about independent movies from around the world or Hollywood blockbusters) is the soundtrack (instrumental, with the greatest emphasis... because it manages to convey a better idea of the overall context than traditional music), because it's the type of "narrative insertion" that doesn't usually emit a "voice", but sometimes speaks much louder than words. Not everyone can perceive this, but those who are more attentive... certainly notice it more easily.
From the moment I started to value cinema (and especially movies) more, the soundtrack has always held great importance for me in projects because it's what manages to "connect" many events without needing to argue with verbose narratives. The sound simply exists, but it's never random, it never has a secondary function (and even when it is treated that way, it's still imposing through the emission of sounds), thus creating a kind of "dome" that surrounds the movie without mentioning a single word. It seems "magical".

This isn't something that happens under the supervision of any filmmaker, or especially under the supervision of a composer; it requires very consistent quality in this type of work to create elements that justify a certain "fusion" of sounds that are usually so different... But at the same time, sounds that complement each other, in all their nuances, to find a way to enhance the scenes where they are properly "inserted". The results are usually quite visible... As long as they are aligned with the central idea of each movie.
Some soundtracks become so iconic that they turn into "invisible characters" within a movie, almost as if they have a "life of their own", based on their "personality". I am a great admirer of these types of works because they transcend the triviality of traditional music (where speech can be used to verbalize concepts, ideas, or thoughts) and embrace the audience in a different way, more comforting, more immersive, bringing a feeling of "belonging" within a plot that is on the other side of a screen.
Cinematográficamente hablando, uno de los aspectos que más me fascina del cine (ya sea cine independiente de todo el mundo o superproducciones de Hollywood) es la banda sonora (instrumental, con el mayor énfasis... porque logra transmitir una mejor idea del contexto general que la música tradicional), ya que es el tipo de "inserción narrativa" que no suele emitir una "voz", pero a veces habla mucho más fuerte que las palabras. No todos pueden percibir esto, pero quienes están más atentos... sin duda lo notan con mayor facilidad.
Desde que empecé a valorar más el cine (y especialmente las películas), la banda sonora siempre ha tenido una gran importancia para mí en mis proyectos, ya que es lo que consigue “conectar” muchos eventos sin necesidad de recurrir a narrativas verbosas. El sonido simplemente existe, pero nunca es aleatorio, nunca tiene una función secundaria (e incluso cuando se trata así, sigue siendo imponente a través de la emisión de sonidos), creando así una especie de "cúpula" que rodea la película sin mencionar una sola palabra. Parece "mágica".
Esto no es algo que ocurra bajo la supervisión de ningún cineasta, ni mucho menos de un compositor; se requiere una calidad muy consistente en este tipo de trabajo para crear elementos que justifiquen cierta "fusión" de sonidos que suelen ser tan diferentes... Pero, al mismo tiempo, sonidos que se complementen, en todos sus matices, para encontrar la manera de realzar las escenas donde se “insertan” adecuadamente. Los resultados suelen ser bastante visibles... siempre que estén alineados con la idea central de cada película.
Algunas bandas sonoras se vuelven tan icónicas que se convierten en "personajes invisibles" dentro de una película, casi como si tuvieran “vida propia”, basada en su "personalidad". Soy un gran admirador de este tipo de obras porque trascienden la trivialidad de la música tradicional (donde el habla puede usarse para verbalizar conceptos, ideas o pensamientos) y envuelven al público de una manera diferente, más reconfortante, más inmersiva, aportando una sensación de “pertenencia" a una trama que se desarrolla al otro lado de la pantalla.
Cinematograficamente falando, um dos aspectos que mais me fascinam nos filmes (não importam se estamos falando sobre filmes independentes mundo à fora ou superproduções hollywoodianas) é a trilha sonora (instrumental, com o maior destaque... porque consegue me transmitir uma melhor ideia do contexto geral do que as músicas tradicionais), porque é o tipo de “inserção narrativa” que não costuma emitir “voz”, mas às vezes fala muito mais do que as palavras. Nem todo mundo consegue perceber isso, mas quem está mais atento... Certamente percebe isso com mais facilidade.
Desde o momento em que eu comecei a valorizar mais o cinema (e em especial, os filmes), a trilha sonora sempre tem um peso muito importante para mim nos projetos porque são elas que conseguem “conectar” muitos acontecimentos sem precisar argumentar com narrativas verborrágicas. O som simplesmente existe, mas ele nunca é aleatório, nunca tem uma função secundária (e mesmo quando é tratado dessa maneira, ainda sim é imponente pela emissão dos sons), criando assim, uma espécie de “redoma” que cerca o filme sem mencionar uma única palavra sequer. Parece “mágica”.
Isso não é algo que acontece que sob a supervisão de qualquer cineasta, ou principalmente sob a supervisão de algum compositor; é preciso ter uma qualidade muito consistente nesse tipo de trabalho para criar elementos que justifiquem uma determinada “fusão” de sons que costumam ser tão diferentes... Mas ao tempo, sons que se auto complementam, em todas as suas nuances para encontrar uma maneira de enaltecer as cenas onde eles estão devidamente “inseridos”. Os resultados costumam ser bem visíveis... Desde que estejam alinhados com a proposta da ideia central de cada filme.
Algumas trilhas sonoras conseguem ser tão icônica que se tornam “personagens invisíveis” dentro de um filme, quase como se elas tivessem uma “vida própria”, com base na sua “personalidade”. Eu sou um grande admirador desses tipos de trabalhos, porque é algo que transcende a trivialidade das músicas tradicionais (onde é possível usar a fala para ter uma verbalização de conceitos, ideias ou pensamentos) e abraça o público de uma outra maneira, mais aconchegante, mais imersiva, trazendo um sentimento de “pertencimento” dentro de uma trama que está do outro lado de uma tela.
Posted Using INLEO
very good, excellent work 👍 the soundtrack of a movie is really important because, as you say, it's what hooks you in.
i've always been very attentive to the music in movies; for me, it has a big impact.
A soundtrack is always essential and sometimes very necessary to achieve the desired effect
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