"Resident Evil", a cinematically cursed franchise?

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Game Reactor

Unlike the successful games that Capcom has released over the decades (and which continue to be released today), all the movies that audiences have had the opportunity to watch have never honored the “legacy” (so to speak) of horror created by the Resident Evil franchise. This year, an eighth adaptation will arrive in theaters, directed by Zach Cregger, who has become “known” in Hollywood for bringing original approaches to his work. The movie's title is the same as the game's, but there is essentially nothing that “connects” the two projects so far.

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IGN Brasil

Recently, the movie's teaser trailer was released, and it makes it clear that there are no major connections between what is seen beneath the layers of the video game and what will likely be seen beneath the layers of this new chapter (which, incidentally, will not establish any bridge with all the movies already released). The level of differentiation is glaring, bordering on the level of almost total mischaracterization of the essence of the plot itself. Throughout a preview of almost two minutes, all the material manages to show is a bland, superficial narrative that is absurdly distant from what we have seen in games.

In the promotional material that has already been released (and which, in advance, I can already say disappointed me quite a bit), we follow the steps of a medical deliveryman who is apparently lost and in need of help. He ends up being involved in an atypical night, which will bring him challenges never before imagined, in a tense atmosphere full of numerous traps. As far as it seems, the plot will follow his desperate attempt to survive while some dark and brutal events are escalated to uncontrollable levels. The struggle for survival will be highly toxic.

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Polygon

According to Cregger himself, the idea is to maintain some classic elements of the franchise (such as the horror atmosphere combined with a well-known biological threat on a global scale) immersed in a story with more independent narrative tones, betting on a much more peculiar approach, which favors the creation of argumentative elements that are more distant from what has already been seen in previous projects. The creative freedom given to Cregger may have been too high, because it is more than clear that there has been a "reshaping" of the plot, taking the original game out of its own context.

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ScreenRant

Cregger also stated that despite having opted for a much more original tone for this new adaptation, what will be seen on the big screen will be "naturally cinematic". Considering the teaser trailer, I am actually more skeptical about what is to come. Perhaps, after watching a full trailer, I might change my mind... However, at this point, I have no interest whatsoever in seeing this movie in theaters (even though I am a fan of the game). It's notoriously disappointing to know that even after eight movie adaptations, this franchise has never gotten it right.


”Resident Evil”, ¿una franquicia cinematográfica maldita?

A diferencia de los exitosos videojuegos que Capcom ha lanzado a lo largo de las décadas (y que siguen lanzándose hoy en día), ninguna de las películas que el público ha tenido la oportunidad de ver ha honrado el "legado" (por así decirlo) del terror creado por la franquicia Resident Evil. Este año, la octava adaptación llegará a los cines, dirigida por Zach Cregger, “conocido” en Hollywood por su originalidad. El título de la película es el mismo que el del videojuego, pero hasta el momento no existe ningún “vínculo” entre ambos proyectos.

Recientemente, se lanzó el teaser trailer de la película, y deja claro que no existen conexiones importantes entre lo que se ve en el videojuego y lo que probablemente veremos en esta nueva entrega (que, por cierto, no guarda relación con las películas ya estrenadas). La diferencia es evidente, rozando la tergiversación total de la esencia de la trama. En un avance de casi dos minutos, lo único que se muestra es una narrativa insípida y superficial, absurdamente alejada de lo que hemos visto en los videojuegos.

En el material promocional ya publicado (que, de antemano, debo decir que me decepcionó bastante), seguimos a un repartidor médico que, aparentemente, está perdido y necesita ayuda. Se ve envuelto en una noche atípica, que le deparará desafíos inimaginables, en una atmósfera tensa plagada de trampas. Por lo que parece, la trama seguirá su desesperado intento por sobrevivir mientras una serie de eventos oscuros y brutales se intensifican hasta niveles incontrolables. La lucha por la supervivencia será altamente tóxica.

Según el propio Cregger, la idea es mantener algunos elementos clásicos de la franquicia (como la atmósfera de terror combinada con una conocida amenaza biológica a escala global) inmersos en una historia con tonos narrativos más independientes, apostando por un enfoque mucho más peculiar que favorece la creación de elementos argumentativos más alejados de lo visto en proyectos anteriores. La libertad creativa otorgada a Cregger quizás haya sido excesiva, ya que es más que evidente que ha habido una "remodelación" de la trama, sacando al juego original de su contexto.

Cregger también afirmó que, a pesar de haber optado por un tono mucho más original para esta nueva adaptación, lo que se verá en la gran pantalla será "naturalmente cinematográfico". Tras ver el tráiler teaser, me muestro más escéptico sobre lo que está por venir. Quizás, después de ver el tráiler completo, cambie de opinión... Sin embargo, por ahora, no tengo ningún interés en ver esta película en cines (aunque soy fan del juego). Resulta tremendamente decepcionante saber que, incluso después de ocho adaptaciones cinematográficas, esta franquicia nunca ha dado en el clavo.


”Resident Evil”, uma franquia cinematograficamente amaldiçoada?

Ao contrário dos jogos bem-sucedidos que já foram lançados pela Capcom ao longo de décadas (e que ainda continuam sendo lançados atualmente), todos os filmes que o público teve a oportunidade de assistir nunca honraram o “legado” (por assim dizer) de horror criado pela franquia Resident Evil. Este ano chegará aos cinemas uma oitava adaptação, sob o comando do diretor Zach Cregger, que se tornou “conhecido” em Hollywood por trazer abordagens originais aos seus trabalhos. O título do filme é o mesmo do jogo, mas não há essencialmente nada que “ligue” os dois projetos até então.

Recentemente, o* teaser trailer* do filme foi lançado, e deixa claro que não há maiores conexões entre o que é visto sob as camadas do vídeo game em relação ao que provavelmente será visto sob as camadas desse novo capítulo (que aliás, não estabelecerá ponte alguma com todos os filmes já lançados). O nível de diferenciação é gritante, beirando ao nível de descaracterização quase total da essência da trama em si. Ao longo de uma prévia com quase dois minutos, tudo o que o material consegue mostrar é uma narrativa insípida, superficial e absurdamente distante do que vimos em jogos.

No material promocional que já foi divulgado (e que de antemão, já posso afirmar que me decepcionou bastante), nós acompanhamos os passos de um entregador médico que está aparentemente perdido e precisando de ajuda. Ele acaba sendo envolvido em uma noite atípica, que vai lhe trazer desafios antes nunca imaginados, num clima de tensão cheio de inúmeras armadilhas. Ao que tudo indica, a trama acompanhará sua tentativa desesperada de sobreviver enquanto alguns eventos obscuros e brutais são escalados a níveis incontroláveis. A luta pela sobrevivência será altamente tóxica.

Segundo o próprio Cregger, a ideia é manter alguns elementos clássicos da franquia (como a atmosfera de horror aliada a uma já conhecida ameaça biológica em escala global) imersos numa história com tons narrativos mais independentes, apostando em uma abordagem bem mais peculiar, que favorece a criação de elementos argumentativos mais distantes do que já foram vistos em projetos anteriores. A liberdade criativa que foi dada a Cregger talvez tenha sido alta demais, porque está mais do que claro que houve uma “remodelação” na trama, tirando o jogo original de seu próprio contexto.

Cregger ainda afirmou que apesar de ter apostado num tom muito mais original para essa nova adaptação, o que será assistido nas telas grande será “naturalmente cinematográfico”. Considerando o teaser trailer, eu realmente estou mais cético em relação ao que está por vir. Talvez, depois de assistir a um trailer completo, eu possa mudar de ideia... Porém, até este momento, eu não tenho o menor interesse de assistir a este filme nos cinemas (mesmo sendo um fã do jogo). É notoriamente decepcionante saber que mesmo após oito adaptações cinematográficas, essa franquia nunca acertou.

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