The power behind uncomfortable movies.

If there's one thing I simply adore about the Seventh Art, it's the power behind movies that make us reflect on all sorts of themes. Almost always, movies with uncomfortable plots bring up dilemmas that are still considered a very "thorny" "product" to be debated freely within society. Whether due to a conservative bias or ignorance of the facts... These movies are true weapons that, going far beyond the audiovisual aspect, are used as "tools" for socio-political-cultural transformation.
As a movie enthusiast in its artistic essence, on my scale of interest, the more uncomfortable the movie, the greater the chances of that project "catching" my attention. Whether in politics, science, religion, the environment, education, or even human behavior (psychologically speaking, and here there is a huge branching table... given the natural complexity of each human being), a plot that dares to provoke an entire society to promote engagement on "unpalatable" topics instantly earns my admiration.
Purely visual entertainment cinema (more restrained, for purely commercial reasons involving the political segment on other levels) remains a very strong approach in popular cinema, but it is independent movies that run outside this "moral marathon", because these movies show all the potential that lies behind an art as significant and powerful as cinema. The courage to dare creates the libertarian segment, and within this bias, stories that would be "swept under the rug" gain their space.
I love watching movies that take me out of my comfort zone, that challenge me to think more, that provoke me with a more "peculiar" narrative style, that make me go beyond the subtext, and that, above all, show me that barriers do not exist in this cinematic universe. Everything becomes a matter of perspective, within the urgency of debates that are proposed, by those who want to open the public's eyes to certain specific themes and by the public itself, which, when it buys into an apparently "controversial" idea, knows that it is causing a very structural revolution.
Si hay algo que adoro del Séptimo Arte, es el poder que tienen las películas para hacernos reflexionar sobre todo tipo de temas. Casi siempre, las películas con tramas incómodas plantean dilemas que aún se consideran un “produto” muy “espinhoso”, susceptible de debate social. Ya sea por un sesgo conservador o por desconocimiento de los hechos... Estas películas son verdaderas armas que, mucho más allá del aspecto audiovisual, se utilizan como “herramientas” de transformación sociopolítica y cultural.
Como cinéfilo en su esencia artística, en mi escala de interés, cuanto más incómoda sea la película, mayores son las posibilidades de que ese proyecto “capte” mi atención. Ya sea en política, ciencia, religión, medio ambiente, educación o incluso comportamiento humano (psicológicamente hablando, y aquí hay una enorme ramificación... dada la complejidad natural de cada ser humano), una trama que se atreve a provocar a toda una sociedad a promover el compromiso con temas "desagradables" se gana instantáneamente mi admiración.
El cine de entretenimiento puramente visual (más moderado, por razones puramente comerciales que involucran el segmento político en otros niveles) sigue siendo un enfoque muy fuerte en el cine popular, pero son las películas independientes las que se alejan de este "maratón moral", porque muestran todo el potencial que yace detrás de un arte tan significativo y poderoso como el cine. La valentía de atreverse crea el segmento libertario, y dentro de este sesgo, historias que serían "barridas bajo la alfombra" ganan su espacio.
Me encanta ver películas que me sacan de mi zona de confort, que me retan a pensar más, que me provocan con un estilo narrativo más "peculiar", que me hacen ir más allá del subtexto y que, sobre todo, me muestran que las barreras no existen en este universo cinematográfico. Todo se convierte en una cuestión de perspectiva, dentro de la urgencia de los debates que se proponen, tanto por quienes quieren abrir los ojos del público a ciertos temas específicos como por el propio público, que, al aceptar una idea aparentemente "controvertida", sabe que está provocando una revolución muy estructural.
Se tem uma coisa que eu simplesmente adoro dentro da Sétima Arte, é o poder que existe por trás dos filmes que nos fazem refletir sobre os mais diferentes tipos de temas. Quase sempre, filmes com tramas desconfortáveis trazem alguns dilemas que ainda são considerados como um “produto” bem “espinhoso” para ser debatido com uma ampla liberdade dentro da sociedade. Seja pelo viés conservador ou pela ignorância sobre os fatos... Esses filmes são verdadeiras armas, que indo muito além do aspecto audiovisual, são usados como “ferramentas” de transformação sócio-político-cultural.
Enquanto um apreciador de cinema na sua essência artística, na minha régua de interesse, quanto mais desconfortável for o filme, maiores são as chances daquele projeto “fisgar” a minha atenção. Seja dentro da política, ciência, religião, meio ambiente, educação e até mesmo de comportamentos humanos (psicologicamente falando, e aqui há uma tabela de ramificação enorme... dada a complexidade natural de cada ser humano), uma trama que se arrisca a provocar toda uma sociedade para promover o engajamento sobre temas “indigestos” ganha à minha admiração instantaneamente.
O cinema de entretenimento puramente visual (mais comedido, por questões meramente comerciais que envolvem o segmento político em outras camadas) segue como uma opção de abordagem muito forte no cinema popular, mas são os filmes independentes que correm por fora nessa “maratona moral”, porque são esses filmes que mostram todas as potencialidades que estão por trás de uma arte tão significante e poderosa quanto o cinema. A coragem de ousar cria o segmento libertário e dentro desse viés, as estórias que seriam “jogadas para debaixo do tapete” ganham seu espaço.
Eu adoro assistir filmes que me tiram da zona de conforto, que me desafiam a pensar mais, que me provocam com um estilo narrativo mais “peculiar”, que me fazem ir além das entrelinhas e que principalmente, me mostram que barreiras não existem desse universo cinematográfico. Tudo se torna uma questão de perspectiva, dentro da urgência de debates que são propostos, por quem quer abrir os olhos do público acerca de alguns temas específicos e pelo próprio público, que quando compra uma ideia aparentemente “controversa”, sabe que está causando uma revolução muito estrutural.
Posted Using INLEO