The sex appeal of artificial intelligence.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

If someone had told me, until recently, that artificial intelligence could reach cinemas using a sexualized approach (more specifically at a renowned movie festival), I would have refuted any possibility almost immediately (after all, we still live - despite all the socio-political-cultural advances - in a society that is still very conservative in different aspects). Ironically, didn't that happen? It was a very unexpected project inclusion to be seen.

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Let’s Data Science

Recently, at the Cannes Film Festival (in parallel), some of the erotic photo essays published no less than five decades ago gained a version that is, to say the least, quite unusual. The images were transformed into short movies (but without any kind of explicit sexual action, obviously) using artificial intelligence... And this opens a whole (and new) precedent that had never happened before in the history of cinema.

Through a Norwegian company, Multiformat, Thomas Meier was in charge of leading this entire daring project. Using generative artificial intelligence tools, the images from the photo essays (in the famous vintage style) came to "life" after being meticulously "converted" into complete videos (and here I am referring more specifically to synchronized movements, some dialogues, narrations and sounds) for the big screen.

The entire collection was released by the streaming platform Cultpix, and according to Rickard Gramfors (who is CEO and co-founder of this digital channel), the main idea behind this production is to promote (or at least try to do so) a kind of "debate" between the different generations that coexist in our society about how they view erotic images today (and consequently how sexuality is implicit in all of this, which is a broad context).

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X

The "cultural shock" that different generations will possibly feel is something to be expected, because since any and all concepts about morality and ethics are mutable within this sexualized segment, what might have been shocking to many people before may now be totally irrelevant considering the easy access that anyone can have to this type of material. The main idea is quite intriguing, but I think it's a project that won't hold up.


El sex appeal de la inteligencia artificial.

Si alguien me hubiera dicho, hasta hace poco, que la inteligencia artificial podría llegar a los cines con un enfoque sexualizado (más concretamente en un festival de cine de renombre), habría descartado cualquier posibilidad casi de inmediato (al fin y al cabo - a pesar de todos los avances sociopolíticos y culturales - seguimos viviendo en una sociedad muy conservadora en muchos aspectos). Irónicamente, ¿no fue así? Fue una inclusión en el proyecto totalmente inesperada para ser visto.

Recientemente, en el Festival de Cannes (paralelamente), algunos de los reportajes fotográficos eróticos publicados hace ya cinco décadas cobraron vida en una versión, cuanto menos, inusual. Las imágenes se transformaron en cortometrajes (sin ningún tipo de acción sexual explícita, obviamente) mediante inteligencia artificial… Y esto abre un completo (e nuevo) precedente sin precedentes en la historia del cine.

A través de la empresa noruega Multiformat, Thomas Meier fue el encargado de liderar este audaz proyecto. Utilizando herramientas de inteligencia artificial generativa, las imágenes de los reportajes fotográficos (con su característico estilo vintage) cobraron “vida” tras ser meticulosamente “convertidas” en vídeos completos (y aquí me refiero más concretamente a movimientos sincronizados, diálogos, narraciones y sonidos) para la gran pantalla.

La colección completa fue lanzada por la plataforma de streaming Cultpix, y según Rickard Gramfors (CEO y cofundador de este canal digital), la idea principal detrás de esta producción es promover (o al menos intentarlo) una especie de "debate" entre las diferentes generaciones que coexisten en nuestra sociedad sobre cómo perciben las imágenes eróticas hoy en día (y, por consiguiente, cómo la sexualidad está implícita en todo esto, un contexto amplio).

El "choque cultural" que posiblemente sientan las diferentes generaciones es previsible, ya que, dado que cualquier concepto sobre moral y ética es mutable dentro de este segmento sexualizado, lo que antes pudo haber sido chocante para muchos ahora puede ser totalmente irrelevante considerando el fácil acceso que cualquiera puede tener a este tipo de material. La idea principal es intrigante, pero creo que es un proyecto que no se sostendrá.


O sex appeal da inteligência artificial.

Se alguém me dissesse, até pouco tempo atrás, que a inteligência artificial poderia chegar aos cinemas fazendo uso de uma abordagem sexualizada (mais especificamente em um festival de cinema renomado), eu teria refutado qualquer possibilidade quase que imediatamente (afinal, nós ainda vivemos - apesar de todos os avanços sócio-políticos-culturais - em uma sociedade que ainda é muito conversadora em diferentes aspectos). Ironicamente, não é que isso aconteceu? Foi uma inserção de projeto bem inesperada para ser visto.

Recentemente, no Festival de Cannes (de forma paralela), alguns dos ensaios fotográficos eróticos publicados há nada menos do que cinco décadas ganharam uma versão que é, no mínimo, bem inusitada (para dizer o mínimo). As imagens foram transformadas em curtas-metragens (mas sem nenhum tipo de ação sexual explícita, obviamente) com o uso da inteligência artificial... E isso abre um completo (e novo) precedente que até então nunca havia acontecido dentro da história do cinema.

Através de uma empresa norueguesa Multiformat, quem ficou encarregado de comandar todo esse ousado projeto foi Thomas Meier. Usando ferramentas de inteligência artificial generativa, as imagens dos ensaios fotográficos (no famoso estilo vintage) ganharam “vida” depois de terem sido meticulosamente “convertidas” em vídeos completos (e aqui eu me refiro mais especificamente a movimentos, alguns diálogos, narrações e sons sincronizados) para as telas grandes.

Toda coleção foi lançada pela plataforma de streaming Cultpix, e segundo Rickard Gramfors (que é CEO, e co-fundador desse canal digital), a principal ideia por trás dessa produção é promover (ou ao menos tentar fazer isso) uma espécie de “debate” entre as diferentes gerações que coexistem em nossa sociedade sobre como elas enxergam as imagens eróticas hoje em dia (e consequentemente como a sexualidade está implícita em tudo isso, que é um contexto amplo).

O “choque cultural” que as diferentes gerações possivelmente irão sentir é algo esperado, porque uma vez que todo e qualquer conceito sobre moral e ética é mutável dentro desse segmento sexualizado, o que antes poderia ser chocante para muitas pessoas hoje pode ser totalmente irrelevante considerando o fácil acesso que qualquer pessoa pode ter a esse tipo de material. A ideia principal é até intrigante, mas eu acho que é um projeto que não se sustentará.

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