A strange dichotomy is "hooking" the future of the Seventh Art.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

I recently read a very interesting, though not very encouraging, news item about the state of American cinema in current society. The material (which was published by The Hollywood Reporter) serves as a kind of "warning" about the future of the Seventh Art by reporting the growing concern of US movie professors about the massive presence of students regarding what is being built for the coming years within this very strong industry.

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The State Press

In short, the reason for the concern of some of these teachers is linked to the fact that Generation Z (for the most part) is a group of impatient, distracted, and above all, instant-gratification-seeking people. The evidence became increasingly clear to them as they faced scenarios where many of their students could not concentrate to watch long movies, or even got basic questions wrong after the presentation of easy-to-understand projects... What is happening?

Will the future of cinema (at least in American territory) have to lean towards the consumption of quick entertainment with an increasingly bitter taste to meet the current demands of the market? According to the teachers, movie excerpts need to be used in classes instead of entire movies. This is a strategy to try to capture the attention of each student (preventing them from using their smartphones, for example) and thus "dynamize" the pace of classes.

On the other hand, the so-called Letterboxd Generation (the name by which this same generation has been known in the US) has brought a new topic to be discussed: the appreciation of movies through numerous social media platforms, which, incidentally, is not limited to new movies, but above all, gives an extra boost to older movies (which end up, in some way, being rediscovered and even appreciated with different eyes by the most diverse types of audiences). What a surprise!

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Mashable

The same generation being responsible for two such antagonistic movements... But which are still part of the same coin that is the Seventh Art. I wish I could say that I am happier than worried about this scenario, but I think the best thing to do now is to live in the moment without making future projections, because many things will still change... Before the movie students themselves realize what is really happening.


Una extraña dicotomía está "enganchando" el futuro del séptimo arte.

Recientemente leí una noticia muy interesante, aunque poco alentadora, sobre el estado del cine estadounidense en la sociedad actual. El material (publicado por The Hollywood Reporter) sirve como una especie de "advertencia" sobre el futuro del Séptimo Arte al informar sobre la creciente preocupación de los profesores de cine estadounidenses por la masiva presencia de estudiantes respecto a lo que se está construyendo para los próximos años dentro de esta pujante industria.

En resumen, la preocupación de algunos de estos profesores se debe a que la Generación Z (en su mayoría) es un grupo de personas impacientes, distraídas y, sobre todo, que buscan la gratificación instantánea. La evidencia se hizo cada vez más evidente al enfrentarse a situaciones en las que muchos de sus alumnos no podían concentrarse para ver películas largas, o incluso se equivocaban en preguntas básicas tras la presentación de proyectos fáciles de entender... ¿Qué está pasando?

¿Tendrá el futuro del cine (al menos en territorio estadounidense) que inclinarse hacia el consumo de entretenimiento rápido con un sabor cada vez más amargo para satisfacer las demandas actuales del mercado? Según los profesores, es necesario utilizar fragmentos de películas en clase en lugar de películas completas. Esta es una estrategia para intentar captar la atención de cada alumno (evitando que usen sus teléfonos inteligentes, por ejemplo) y así “dinamizar” el ritmo de las clases.

Por otro lado, la llamada Generación Letterboxd (nombre con el que se conoce a esta generación en Estados Unidos) ha traído consigo un nuevo tema de debate: la apreciación del cine a través de las numerosas plataformas de redes sociales, que, por cierto, no se limita a las películas nuevas, sino que, sobre todo, da un impulso adicional a las películas más antiguas (que, de alguna manera, acaban siendo redescubiertas e incluso apreciadas con otros ojos por los más diversos tipos de público). ¡Menuda sorpresa!

La misma generación responsable de dos movimientos tan antagónicos... Pero que siguen formando parte de la misma moneda: el Séptimo Arte. Ojalá pudiera decir que estoy más contento que preocupado por este escenario, pero creo que lo mejor es vivir el momento sin hacer proyecciones a futuro, porque muchas cosas aún cambiarán... antes de que los propios estudiantes de cine se den cuenta de lo que realmente está sucediendo.


Uma estranha dicotomia está "fisgando" o futuro da Sétima Arte.

Recentemente eu li uma notícia bem interessante, embora nada animadora, sobre o cenário do cinema estadunidense na sociedade vigente. O material (que foi publicado pela The Hollywood Reporter) faz uma espécie de “alerta” sobre o futuro da Sétima Arte ao relatar a preocupação crescente dos professores de Cinema dos EUA sobre os alunos que tem uma presença massiva sobre o que está sendo construído para os próximos anos dentro desta indústria bastante forte.

Em síntese, o motivo da preocupação de alguns desses docentes está ligado ao fato da Geração Z (em sua maioria) ser um aglomerado de pessoas impacientes, distraídas e sobretudo, imediatista. A evidência ficou cada vez mais clara para eles ao liderarem com cenários onde muitos dos seus alunos não conseguem se concentrar para assistir filmes longos, ou até mesmo errarem perguntas básicas após a exibição de projetos de fácil compreensão... O que está acontecendo?

O futuro do cinema (ao menos em território americano) terá que se tender ao consumo de entretenimento rápido com sabor cada vez mais amargo para atender as demandas atuais do mercado? Segundo os professores, recortes de filmes precisam ser usados nas aulas ao invés dos filmes inteiros. Essa é uma estratégia para tentar captar a atenção de cada um dos alunos (evitando que eles façam uso de seus smartphones, por exemplo) e assim “dinamizar” o ritmo das aulas.

Por outro lado, a chamada Geração Letterboxd (nome pela qual essa mesma geração tem sido conhecida nos EUA) tem trazido uma nova pauta a ser discutida: a valorização dos filmes através das inúmeras mídias sociais, que aliás, não fica restrita apenas aos filmes novos, mas sobretudo, dão um fôlego extra para os filmes antigos (que acabam, de alguma maneira, sendo redescobertos e até apreciados com outros olhos pelos mais diversos tipos de públicos). Que surpresa!

Uma mesma geração sendo responsável por dois movimentos tão antagônicos... Mas que ainda sim, fazem parte dessa mesma moeda que é a Sétima Arte. Eu queria poder dizer que estou mais feliz do que preocupado diante desse cenário, mas acho que o melhor a fazer agora é viver o momento sem fazer futuras projeções, até porque, muitas coisas ainda vão mudar... Antes mesmo que os próprios estudantes de cinema se deem conta do que está realmente acontecendo.

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2 comments
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Gen Z that goes to film school probably won't have money or time to change their habits and appreciate classics. Letterboxed fans are mostly middle-aged Gen X and early Millenials nostalgics whose clout on US film industry is going to be very diminished.

Future of US cinema at this point looks very much like the present for stage theatre - a niche area that will be enjoyed and appreciated by diminishing number of true enthusiasts and connoisseurs.

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